SANTA CATARINA DANÇA - CONHEÇA FLORIPA

 

FLORIANÓPOLIS ILHA DA MAGIA

Pontos Turísticos Florianópolis SC - Brasil
Florianópolis encanta a todos seus visitantes devido às belezas naturais de suas paisagens aliadas a uma gastronomia peculiar e também à magia em volta desta ilha que todos gostariam de desvendar. 

Atrativos Históricos – Culturais Florianópolis SC - Brasil

Mercado Público Municipal


Coração do centro histórico de Florianópolis, o Mercado é diversão garantida. Com seus estandes de venda de peixe fresco, lojas de roupas, bares e restaurantes típicos, atrai intelectuais, boêmios e artistas. Nos sábados à tarde vira ponto de encontro de pagodeiros.

Ponte Hercílio Luz

Cartão postal da cidade, inaugurada em 1926, a Ponte Hercílio Luz, uma ponte pênsil com cerca de 75m de altura foi, até a pouco tempo, a única ligação entre a ilha e o continente. Devido a problemas em sua estrutura e ao alto custo de uma possível reforma, atualmente encontra-se interditada até para passagem de pedestres. Ao entardecer, quando fica toda iluminada, torna-se um espetáculo inesquecível. 

Catedral Metropolitana


Pequena demais para o número de fieis sempre crescente, uma nova igreja, concluída em 1773, foi levantada no lugar da primeira capela. As alterações em sua arquitetura devido às várias reformas a que foi submetida durante mais de um século, acabaram descaracterizando o projeto original da igreja. Mesmo assim, seus contornos iluminados assinalam o sitio onde nasceu a cidade e onde o fundador Dias Velho plantou a primeira capela, em 1675. A Igreja possui um grande acervo de arte sacra. À sua frente fica o Largo da Catedral, onde funciona às sextas-feiras uma feira de artesanato. No Largo também funciona um Posto de Informações Turísticas. Figueira Centenária Diz a história que esta árvore nasceu em 1871 no jardim da Igreja Matriz e que foi transplantada 20 anos depois para o local onde está. Segundo a superstição local, quem rodeá-la várias vezes atrairá para si riqueza, sorte e casamento. Praça XV de Novembro Palácio Cruz e Souza Palácio construído no século XVI, foi residência dos Governadores, no tempo da Colônia, dos Presidentes da Província, durante o Império e dos Governadores republicanos. Modificado seu estilo original pela reforma realizada no final do século XIX, sua fachada foi ornada por esculturas do italiano Gabriel Sielva, destacando-se a estátua de Anfitrite, deusa do mar, lembrando a vocação marítima da terra catarinense, e a estátua de Santa Catarina, padroeira do Estado. Ficou conhecido com o nome de Palácio Rosado por causa da cor de suas paredes externas. Atualmente, o prédio abriga o Museu Histórico de Santa Catarina que preserva móveis, documentos e objetos pertencentes aos governadores que por lá passaram. Centro Integrado de Cultura - CIC Inaugurado em 1982, o Centro reúne equipamentos culturais para teatro, vernissagens e cinema, mantendo procuradas oficinas de artes plásticas e artesanato. Seu principal auditório tem capacidade para mil pessoas.

Alfândega


Próximo ao Mercado Público, o prédio da Alfândega, arquitetura neoclássica construída em 1875, se constitui num dos principais pontos de arte de Florianópolis. A Casa da Alfândega e a Associação Catarinense de Artistas Plásticos funcionam no prédio. São entidades ligadas à arte e dedicadas à cultura popular. Há permanentes exposições de artesanato da região e mostras de arte. Museu Victor MeirellesUma pequena casa caiada, das mais antigas edificações da velha Desterro, situada na esquina das ruas Victor Meirelles e Saldanha Marinho, tombada como patrimônio histórico, transformou-se em museu. Foi nesta casa que nasceu o pintor Victor Meirelles, uma das maiores expressões das artes plásticas no Brasil do século XIX. Minuciosos esboços, estudos em papel e óleos sobre tela, um extraordinário acervo deixado pelo pintor encontra-se naquela casa transformada em Museu. Morro da Cruz No topo deste maciço está o principal mirante da cidade. A cruz que dá nome ao morro foi colocada ali em comemoração da virada do século XIX para o século XX. Acesso pela rua Allan Kardec, em frente à Praça Celso Ramos

 

BELEZAS NATURAIS 

Praias de Florianópolis SC – Brasil

Cada praia de Florianópolis possui uma característica que possibilita uma nítida distinção entre elas. Há lugares para aqueles que gostam de praticar surfe e esportes náuticos e lugares para os que procuram tranqüilidade. Há praias pra todos os gostos e todos os sonhos: praias de águas mansas ou de mar agitado, de acesso fácil ou por meio de trilhas, com infra-estrutura ou semi-desertas. Praias do Leste: Barra da Lagoa, Joaquina, Mole, Galheta, Moçambique.

Praias do Norte: Canasvieiras, Ingleses, Cachoeira do Bom Jesus, Cacupé, Jurerê, Praia Brava, Ponta das Canas, Santinho, Daniela, Praia do Forte, Santo Antônio de Lisboa, Lagoinha e Sambaqui.

Praias do Sul: Campeche, Ribeirão da Ilha, Armação, Matadeiro, Morro das Pedras, Açores, Pântano do Sul, Solidão, Naufragados, Lagoinha do Leste.
Maiores informações sobre as Praias no site: http://www.guiafloripa.com.br/turismo/praias

Atrativos Históricos - Culturais
Fortalezas da Ilha Para defender a ilha de invasões indesejáveis, principalmente da cobiça dos espanhóis, foi concebida uma sofisticada linha de defesa, com a construção dos fortes dos Ratones, de Santa Cruz e São José da Ponta Grossa, todos eles hoje restaurados. É possível viajar no tempo, visitando essas fortalezas com suas largas paredes e muros de pedra, representam uma verdadeira preciosidade arquitetônica que contribuiu para o conhecimento de nossa história. 

Santa Cruz de Anhatomirim: Construído entre 1737 e 1744, por ordem de Dom João VI, o forte Santa Cruz, com seus 57 canhões, sediou guarnições militares até o início do século XX e foi a primeira das fortalezas construídas para proteger a entrada da Baia Norte. Só a casa da pólvora é um casarão com uma fachada de mais de 10m de extensão. Situado na Ilha de Anhatomirim, o forte foi testemunho de acontecimentos que marcaram a história de Santa Catarina. Em 1777, a guarnição portuguesa do forte foi derrotada pelas caravelas espanholas. Em 1894, acontece o fuzilamento e enforcamento de revoltosos durante a Revolução Federalista. A árvore dos enforcados continua preservada como uma triste recordação. 

Nossa Senhora da Conceição: O menos conservado de todos, principalmente por ter sido utilizado como alvo da artilharia de treinamento do exército, durante a I Guerra Mundial, o pequeno Forte de Nossa Senhora da Conceição, construído em 1742, localiza-se na ilhota de Araçatuba, em frente à praia de Naufragados. Por causa do mar revolto entre a ilhota de Araçatuba e a praia de Naufragados é considerado o forte de mais difícil acesso.

Nossa Senhora da Conceição: O menos conservado de todos, principalmente por ter sido utilizado como alvo da artilharia de treinamento do exército, durante a I Guerra Mundial, o pequeno Forte de Nossa Senhora da Conceição, construído em 1742, localiza-se na ilhota de Araçatuba, em frente à praia de Naufragados. Por causa do mar revolto entre a ilhota de Araçatuba e a praia de Naufragados é considerado o forte de mais difícil acesso.

Santo Antônio de Ratones: Concluído em 1745, o forte de Santo Antônio de Ratones localiza-se na ilha Ratones Grande, em frente à Ponta de Sambaqui. A ponte elevadiça e o fosso que rodeia o forte, construção semelhante a um castelo medieval, representam um retorno aos tempos dos cavaleiros da Tavola Redonda. . Santana : Uma das fortalezas mais bem conservadas que visava proteger a Vila do Desterro. O pequeno forte de Santana foi construído em 1761, com um sistema de fogo cruzado com o Forte de São João, localizado no continente, de outro lado da baía. Com promessa de nova construção que nunca se concretizou, o forte São João foi demolido. .

São José da Ponta Grossa: Construído em 1740, o Forte de São José da Ponta Grossa, juntamente com a bateria São Caetano, fica localizado entre as praias de Daniela e Jurerê.

Noite Floripa SC – Brasil: A vida noturna é bastante diversificada e movimentada na Ilha da Magia. A Lagoa da Conceição é o local onde predomina a faixa etária entre 18 e 30 anos, devido aos bares e danceterias existentes no local. Na região norte, próxima a Canasvierias, há diversas casas noturnas da capital onde é comum se deparar com algum artista que esteja fazendo o mesmo que você: 

DESFRUTANDO A ILHA DA MAGIA! História de Florianópolis SC – Brasil
A Ilha de Santa Catarina com seu Porto de Nossa Senhora do Desterro foi uma das principais portas de entrada para o Brasil Meridional. Suas duas excelentes baías, que constituíam um ancoradouro ideal em qualquer vento, e a dócil população nativa permitiram à ilha se tornar um porto de abastecimento e um ponto de apoio estratégico para o Atlântico Sul e para a Baía do Prata. Os primeiros registros do povoamento europeu na Ilha de Santa Catarina datam do início do século XVI e coincidem com a abordagem intensiva de exploradores de madeira, aventureiros e estrangeiros de diversas procedências e origens, que acorreram ao litoral brasileiro, tentando configurar a posse e ocupação jurídica do território. Estes viajantes europeus transitaram e estacionaram na ilha e sua imponente Baía dos Patos, mais tarde conhecida, em alusão ao estreito que tem entre as baías do Norte e do Sul, pelo nome de Y-Jurirê Mirim. Esta gente, não deixou o mínimo núcleo de população no lugar, porquanto o seu único objetivo era a exploração das riquezas que constava existirem no Prata. A ilha que permanecia habitada apenas por índios, passou a receber diversos nomes, entre eles, Ilha dos Patos, e Meyembipe, palavra indígena que significa ilha costeira . Inicialmente foram alguns náufragos, degredados, desertores e contrabandistas de madeira, provenientes também das primeiras expedições portuguesas e espanholas ao sul do Brasil que se fixaram na região próxima do que viria a ser Desterro. A população nativa local, composta por índios carijós, foi gradativamente abandonando as terras insulares e se dirigindo para o interior do continente fronteiro. A partir de 1530, o território entre o Maranhão e Santa Catarina foi dividido em 12 faixas lineares, limitadas a leste pelo Atlântico e a Oeste, pela linha convencional das Tordesilhas. A Ilha de Santa Catarina foi então incluída na Capitania de Santo Amaro e Terras de Sant´Ana, numa extensão de território que ia desde Cananéia até Laguna, e foi doada a Pero Lopes de Souza, por volta de 1534, quando se iniciou um pequeno povoamento. Isto possibilitou o início da ocupação oficial da costa catarinense, através da fundação de diversas vilas, entre elas Nossa Senhora do Rio São Francisco (1658), Nossa Senhora do Desterro (1662) e Santo Antônio dos Anjos da Laguna (1682). A fundação efetiva da Póvoa de Nossa Senhora do Desterro ocorreu por iniciativa do bandeirante paulista Francisco Dias Velho, por volta de 1651. Em 1675, Dias Velho ergueu uma cruz e, em 1678 deu início à construção da capela de Nossa Senhora do Desterro. A igreja primitiva definiu o centro do povoado e marcou o nascimento da Vila de Nossa Senhora do Desterro, podendo ser considerada o berço de Florianópolis. Aos poucos foi se processando uma ocupação litorânea, lenta e espontânea, por meio da concessão de sesmarias, que se fixaram com seus estabelecimentos agrícolas e pastoris. A morte do fundador, ocorrida entre 1679 e 1680, provocou certa recessão no povoado e o extenso território, de precária delimitação, foi paulatinamente ocupado por novos moradores. Por volta de 1700, alguns povoadores viriam de São Francisco do Sul, Paranaguá, Cananéia, Santos e São Vicente, o que não chegou a arrancar o povoado da estagnação. Um estímulo oficial aconteceria com a elevação à Vila, em 1726. Já em 1730, com a criação da Freguesia, o pequeno núcleo populacional foi reconhecido como capaz de alguma organização. O núcleo central da ilha denominada Santa Catarina passou a ser chamado Freguesia de Nossa Senhora do Desterro, depois simplesmente Desterro. A partir da fundação da Colônia de Sacramento (1680) e da consequente necessidade de dar-lhe cobertura militar, a ilha catarinense passou a representar um ponto estratégico de importância para a Coroa Portuguesa. A sua posição era valorizada por situar-se praticamente a meio caminho entre Rio de Janeiro e Buenos Aires, na época as duas maiores cidades litorâneas da face atlântica da América do Sul. A localização geográfica e as vantagens físicas do porto desterrense impuseram-se às razões políticas e econômicas, justificando a criação da Capitania da Ilha de Santa Catarina (11/08/1738) e motivando a implantação do mais expressivo conjunto defensivo litorâneo do Sul do Brasil e, posteriormente, uma campanha de povoamento. O Brigadeiro José da Silva Paes foi designado à frente da Capitania (05/08/1738) e organizou o seu sistema de defesa. Construíram-se as fortalezas de Santa Cruz, na Ilha de Anhatomirim (1738), de São José da Ponta Grossa (1740), de Santo Antônio na Ilha de Ratones Grande (1740), e de Nossa Senhora da Conceição da Barra do Sul (1740). Com este evento, o afluxo populacional tomou impulso, incrementando-se novas doações de sesmarias. De outra parte, a criação de cargos públicos promoveu a vinda de titulares graduados com suas famílias, dando lugar às primeiras guarnições e estimulando o paulatino reerguimento da Vila. O efetivo povoamento da região foi enriquecido com a campanha migratória que transferiu em torno de 6.000 colonizadores açorianos para o sul do país e meia centena de madeirenses, principalmente no período de 1748 e 1756. Estes colonos criaram e desenvolveram comunidades, fundando diversas freguesias, tais como a da Santíssima Trindade, a da Lagoa da Conceição, a de Santo Antônio de Lisboa, a de São João do Rio Vermelho, a de Canasvieiras, e a do Ribeirão da Ilha. Posteriormente, os açorianos também se dirigiram para o território continental e para o Rio Grande do Sul. Até as primeiras décadas do século XX a Ilha de Santa Catarina era dividida entre quatro pólos principais a saber: a Freguesia de Santo Antônio de Lisboa, ao Norte, as Freguesias da Lagoa da Conceição e da Vila Capital ao centro e a Freguesia do Ribeirão da Ilha, ao sul. No continente, a centralização era representada pela Freguesia de São José da Terra Firme e Freguesia da Enseada do Brito. A economia de Desterro era fraca e voltada para a subsistência, com períodos de modesto aquecimento, em função das atividades portuárias e do comércio de cabotagem. No século XIX, Desterro foi elevada à categoria de cidade. Tornou-se Capital da Província de Santa Catarina em 1823 e inaugurou um período de prosperidade, com o investimento de recursos federais. Projetou-se a melhoria do porto e a construção de edifícios públicos, entre outras obras urbanas. A modernização política e a organização de atividades culturais e literárias também se destacaram, marcando inclusive os preparativos para a recepção ao imperador D. Pedro II (1845). Com o advento da República (1889), as resistências locais ao novo governo provocaram um distanciamento do governo central e a diminuição dos seus investimentos. A vitória das forças comandadas pelo Marechal Floriano Peixoto determinaram, em 3 de outubro de 1894, a mudança do nome da cidade para Florianópolis, em homenagem a este marechal. Ao entrar no século XX, a cidade passou por profundas transformações, sendo que a construção civil foi um dos seus principais suportes econômicos. A implantação das redes básicas de energia elétrica e do sistema de fornecimento de água e captação de esgotos somaram-se à construção da Ponte Governador Hercílio Luz como marcos do processo de desenvolvimento urbano da cidade do século XX e Florianópolis se afirmou como capital do Estado. Hoje, a sua área territorial, compreende 436,50 km², sendo 424,40 km², referentes a Ilha de Santa Catarina e a área continental com 12,10 km² e com uma população de 271.281 mil habitantes. Fazem parte do município de Florianópolis os seguintes Distritos Administrativos: Sede, Lagoa da Conceição, Pântano do Sul, Ratones, Ribeirão da Ilha, Santo Antônio de Lisboa, São João do Rio Vermelho, Campeche e Barra da Lagoa, Canasvieiras, Ingleses do Rio Vermelho e Cachoeira do Bom Jesus. Florianópolis tem sua economia alicerçada nas atividades do comércio, prestação de serviços, indústria de transformação e turismo. Recentemente a indústria do vestuário e a informática vem se tornando também setores de grande desenvolvimento. Dentre os atrativos turísticos da capital salientam-se hoje, além das magníficas praias, e rústicas trilhas pelo interior da ilha, as pitorescas localidades onde se instalaram as primeiras comunidades de imigrantes açorianos, tais como o Ribeirão da Ilha, a Lagoa da Conceição, Santo Antônio de Lisboa, além do próprio centro histórico da cidade de Florianópolis, o excepcional conjunto de fortalezas oitocentistas, quase todo já restaurado, e sítios arqueológicos pré-históricos, que remontam a 4 mil anos. Estes conjuntos arquitetônicos tradicionais, com seu casario geminado, suas igrejas oitocentistas, seus impérios e cruzeiros, compõem um ambiente onde práticas artesanais tradicionais, tais como a pesca, a produção de trançados com as redes, tramóias e a renda de bilros, de farinha de mandioca e aguardente de cana, de cestaria por exemplo, são ainda encontradas, destacando as características típicas do ilhéu e sua herança histórica de raízes açorianas. Verifica-se também a permanência das manifestações folclóricas de influência lusitana e açoriana, indicando uma estrutura sócio cultural transplantada dos Açores e da Madeira. Presencia-se, ainda hoje, as festas populares tais como a Folia do Espírito Santo, o Boi-de-mamão e o Terno de Reis.

Florianópolis a Ilha da Magia espera por você! Venha! 
Fontes Pesquisadas: http://www.guiafloripa.com.br – Guia Floripahttp://portal.pmf.sc.gov.br -Prefeitura Municipal Florianópolishttp://www.lexusplaza.com.br/florianopolis/ pontos_turisticos_florianopolis.htm - Lexus Plaza Hotel

 

 

 


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